O volume de dados gerados por parques tecnológicos aumenta rapidamente, mas muitos gestores ainda ficam presos à elaboração de relatórios manuais e planilhas desconexas. A inteligência artificial não é um conceito de TI, é um recurso de trabalho para quem precisa de eficiência, conformidade e respostas rápidas em auditorias.
Esta formação atende o profissional que busca aplicação prática. O foco está na utilidade real: automação de pareceres, análise de falhas e governança de dados biomédicos. O objetivo é substituir a incerteza técnica por uma atuação fundamentada em dados e produtividade.
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Executiva com vinte anos de experiência, lidera a inteligência de mercado do grupo TECSAÚDE e atua como diretora regional da abeclin em pernambuco. Sua carreira é focada na gestão da qualidade e inovação tecnológica em instituições de diversos portes.
Engenheira biomédica sênior no unops e consultora do ministério da saúde, possui especialização em inteligência artificial para negócios pelo ibmec. Acumula duas décadas de prática em projetos globais de tecnologias médicas e perícia judicial.
Com uma ementa técnica e aplicada, o curso transforma a atuação na engenharia clínica em um processo estratégico, automatizado e seguro. Tudo em conformidade com as exigências da anvisa e as novas demandas do setor de saúde digital.
Domínio de taxonomias de IA e modelos de deep learning aplicados a equipamentos. Uso de digital twins para antecipar falhas e monitorar a vida útil de parques tecnológicos complexos.
Metodologias de implantação de ia em fluxos assistenciais com foco em interoperabilidade fhir/hl7. Protocolos de segurança digital para proteção de dispositivos médicos críticos.
Validação de modelos clínicos conforme a lgpd e normas da anvisa. Técnicas de curadoria de dados biomédicos e mitigação de vieses algorítmicos para garantir transparência em auditorias.
Uso de ferramentas agênticas e engenharia de prompts para otimizar a redação de pareceres e relatórios. Criação de fluxos de trabalho low-code para eliminar tarefas administrativas manuais.
Adotar a inteligência artificial na engenharia clínica significa operar com mais velocidade, autoridade técnica e segurança jurídica.
Reduza o tempo gasto com documentação técnica e processos de auditoria através de ferramentas de escrita inteligente e padronização digital.
Substitua o operacional repetitivo por análises preditivas, garantindo maior disponibilidade dos equipamentos e redução de custos de manutenção.
Ganhe peso argumentativo perante a diretoria e o corpo clínico ao dominar as tecnologias que estão moldando o futuro dos serviços de saúde.
Elimine a dependência de processos manuais, aprenda a criar suas próprias automações e ganhe escalabilidade na gestão do parque tecnológico.